SPSS

O programa SPSS (Statistical Package For Social Siences), consiste numa leitura dos dados submetendo uma análise estatística adequada. Este programa possibilita a realização de outros tarefas ligadas à manipulação de dados.

O SPSS é constituído por:

·   Editor de dados: parecido com uma folha de cálculo para a definição, introdução, edição e utilização de dados;

·   Editor de gráficos: um módulo orientado por objectos para a manipulação e personalização de gráficos;

·   Gráficos de alta resolução: pela primeira vez, estão definidos vários gráficos de elevada resolução e a cores que permite uma melhor tradução gráfica de análise de estatística efectuada.

O Conceito de Marketing

O marketing é o conjunto dos métodos e dos meios que as organizações, dispõem para promover, junto dos públicos pelos quais se interessam, os comportamentos favoráveis à realização dos seus próprios objectivos.

(Lendrevie, Lindon, Dionísio, Rodrigues, 1996)

O marketing é a actividade direccionada para a satisfação das necessidades e dos desejos das pessoas, através do processo de troca.

(Kotler)

 

O marketing é o conjunto dos métodos e dos meios que as organizações, dispõem para promover, junto dos públicos pelos quais se interessam, os comportamentos favoráveis à realização dos seus próprios objectivos.

(Lendrevie, Lindon, Dionísio, Rodrigues, 1996)

O marketing é a actividade direccionada para a satisfação das necessidades e dos desejos das pessoas, através do processo de troca.

(Kotler)

 

O conceito de troca

Para que exista troca nestes mercados tem que existir:

- Pelo menos dois intervenientes,

- No objectivo dessa troca for reconhecido algum valor (global)

- Capacidade de comunicar a oferta – já que só possível trocar informações se existir capacidade de comunicar

- Liberdade para aceitar ou rejeitar

- Desejo de interagir com a outra parte

 

Profissionais de Marketing e clientes potenciais

Um profissional de marketing é alguém que busca uma resposta (atenção, voto, doação) de outra parte, denominada cliente potencial.

 

Necessidades, desejos e demandas

As necessidades descrevem exigências humanas básicas, ou seja a necessidade de comer, respirar, de vestir, abrigo, para poder sobreviver.

Os desejos são necessidades dirigidas a objectos específicos capazes de satisfazê-las. Por exemplo: podemos necessitar de comida mas desejar um hambúrguer. Os desejos são moldados pela sociedade em que vivemos.

Demandas são desejos por produtos específicos. Muitas pessoas desejam ter um Mercedes mas apenas algumas podem comprar. A organização deve avaliar não só quantas pessoas desejam determinado produto, mas quantas estão dispostas e aptas a adquiri-lo. Esta distinção esclarece a frequente critica de que os profissionais de marketing criam necessidades ou fazem com que as pessoas comprem o que não querem, quando na verdade, as necessidades existem muito antes dos profissionais de marketing, estes influenciam os desejos das pessoas. Podem promover a ideia que um Mercedes satisfaz a necessidade de Status, porém não forem eles que criaram esta necessidade.

Para que exista troca nestes mercados tem que existir:

- Pelo menos dois intervenientes,

- No objectivo dessa troca for reconhecido algum valor (global)

- Capacidade de comunicar a oferta – já que só possível trocar informações se existir capacidade de comunicar

- Liberdade para aceitar ou rejeitar

- Desejo de interagir com a outra parte

 

Profissionais de Marketing e clientes potenciais

Um profissional de marketing é alguém que busca uma resposta (atenção, voto, doação) de outra parte, denominada cliente potencial.

 

Necessidades, desejos e demandas

As necessidades descrevem exigências humanas básicas, ou seja a necessidade de comer, respirar, de vestir, abrigo, para poder sobreviver.

Os desejos são necessidades dirigidas a objectos específicos capazes de satisfazê-las. Por exemplo: podemos necessitar de comida mas desejar um hambúrguer. Os desejos são moldados pela sociedade em que vivemos.

Demandas são desejos por produtos específicos. Muitas pessoas desejam ter um Mercedes mas apenas algumas podem comprar. A organização deve avaliar não só quantas pessoas desejam determinado produto, mas quantas estão dispostas e aptas a adquiri-lo. Esta distinção esclarece a frequente critica de que os profissionais de marketing criam necessidades ou fazem com que as pessoas comprem o que não querem, quando na verdade, as necessidades existem muito antes dos profissionais de marketing, estes influenciam os desejos das pessoas. Podem promover a ideia que um Mercedes satisfaz a necessidade de Status, porém não forem eles que criaram esta necessidade.

A lenda do café

Corre uma lenda sobre as origens do café contando que, num dado momento do Século III d. C., um   pastor de cabras, chamado Kaldi, certa noite ficou ansioso quando as suas cabras não voltaram ao rebanho. Quando saiu para procura-las, encontrou-as saltitando, de forma frenética, próximo a um arbusto cujos fruto que mastigavam e que obviamente foi o que lhes deu a estranha energia que Kaldi nunca vira antes. Dizem que ele mesmo experimentou os frutos e descobriu que eles lhe davam energia extra, como aconteceu com o seu rebanho.  Kaldi, evidentemente levou aquela maravilhosa "dádiva divina" ao mosteiro local, mas as reações não foram favoráveis e ele ateou fogo aos frutos, convencido de ser uma "obra do demónio".

O aroma exalado pelos frutos torrados nas chamas atraiu todos os monges curiosos em descobrir o que estava a causar aquele maravilhoso perfume, e assim, os grãos de café foram recolhidos das cinzas. O abade mudou de ideias, sugeriu que os grãos fossem esmagados na água para ver que tipo de infusão que eles davam, e os monges logo descobriram que o preparado os mantinha acordados durante as rezas e períodos de meditação. Notícias dos maravilhosos poderes da bebida espalharam-se de mosteiro em mosteiro, e assim, aos poucos espalharam-se por todo mundo.

As características botânicas sugerem que a planta do café provém da Etiópia Central (onde ainda crescem vários milhares de pés acima do nível do mar).

Ninguém parece saber exactamente quando o primeiro café foi tomado ( lá ou em qualquer parte), mas os registros dizem que foi tomado na terra nativa em meados do século XV.

Também sabemos que foi cultivado no Iêmen (antes conhecido como Arábia), com a aprovação do governo, aproximadamente na mesma época, e pensa-se que talvez os persas o tenham exportado para a Etiópia no século VI d.C., período em que invadiram a região.

O café chega, ainda no século XVII a Inglaterra, introduzido por um bispo ortodoxo grego de Esmirna, durante a sua visita a Oxford.

Em 1650 é aberto um café naquela localidade.

Os estudantes gostaram e recomendaram. Em breve o café tornava-se a bebida de eleição, especialmente em épocas de exames, passando a proliferar os establecimentos. Em 1699 os ingleses haviam-se tornado os maiores consumidores de café do mundo ocidental.

Em 1714 o burgomestre de Amesterdão presenteou o rei Francês Luís XIV com um cafezeiro. Este foi plantado no Jardin dês Plantes, tornando-se no antepassado das plantações francesas na América Central e do Sul. De Clieu um intrépido aventureiro francês, conseguiu em 1723 após sabotagens, tempestades, ataques de piratas; plantar o café no solo Martinica, nas Antilhas. A fatigada planta agradeceu e, em pouco mais de 50 anos, tinha vasta descência: 18 milhões de pés de café existiam na ilha.

Um dos defensores fèrreos do café, em França, foi o intelectual Voltaire. Certa vez, admoestado por um abade que lhe dizia ser o café um dos piores venenos, terá afirmado que era o veneno mais lento que conhecia, pois há 50 anos que o andava a beber e ainda nao tinha morrido.

Os holandeses afoitos em paragens mais setentrionais, introduziram o café na América do Norte, em Nova Amesterdão, a actual Nova Iorque. Corria o ano de 1660 e a recente bebida tinha que se impor face ao generalizado consumo de chá.

Tem a história algumas curiosidades e também fatalidades. Quando em 1773 o rei Jorge de Inglaterra impôs a obrigação de se pagar impostos sobre o chá, os colonos americanos franziram o senho. Revoltaram-se na conhecida Boston Tea Party e, voltaram-se determinantemente para o café.

Deles vem o hábito de fazer uma pausa no trabalho para degustar um café.

A Espanha e a Portugal o café chega no século XVII.

No início do século 20, o Brasil era o maior produtor mundial de café.

Actualmente, quase toda a produção de café provém da América Central, do Brasil e de outras regiões tropicais da América do Sul.

 A produção mundial de café atinge mais de 100 milhões de sacas por ano. O Brasil ocupa o primeiro lugar, produzindo cerca de 35 milhões de sacas, o que representa ¼ da produção mundial.

A torrefação doméstica de café foi definitivamente substituída pelo produto industrial acabado. Em 1901, o japonês Dr.Sartori Kato apresentou o primeiro pó de café solúvel. Em 1938, a Nestlé estabeleceu as bases da distribuição comercial do café solúvel (café instantâneo).

O aumento do consumo do café reflecte-se no desenvolvimento do consumo mundial de café bruto ao longo dos últimos 250 anos:

1750: 600.000 sacas,

1850: 4 milhões de sacas,

1950: 36 milhões de sacas,

1995: 94 milhões de sacas

2000: 103 milhões de sacas.

A demanda de café transformou a matéria-prima desta bebida quente na segunda mercadoria mais importante do mundo,  só ficando atrás dos derivados de petróleo. Esta tendência foi acompanhada por fases de superprodução, incineração de stocks excedentes, derrocada de preços, crises económicas mundiais, consumo decrescente durante as duas guerras mundiais e criação de acordos mundiais de café para estabilizar os preços do grão. Na Alemanha, depois da Segunda Guerra Mundial, o café tornou-se um símbolo da reconstrução e do milagre económico.

criação de um banco

Criação de uma instituição bancária fictícia

A instituição bancária tem o nome de: BCN – Banco Comercial de Negócios.

 

 

Justificação do nome da marca

Após uma pesquisa não verifiquei a existência desta entidade.

A designação “Banco Comercial de Negócios” tem como significado ser uma instituição financeira privada, em que a finalidade é garantir o auxílio apropriado e harmonizado, dos recursos imprescindíveis para financiar.

A denominação do banco parece-me um nome seguro e consistente, sendo o nome “comercial de negócios” voltado para empresas e contribuintes de alto nível.

 

 

Identificação do público-alvo

Consumada a segmentação de clientes, verifiquei que as classes mais favoráveis para este tipo de iniciativa seriam: a média alta (indivíduos com salários altos, ex: médicos, advogados, …),  alta (indivíduos muito bem remunerados) e a classe alta/alta (accionistas de grandes empresas). Estas seriam as classes exemplo para esta instituição, porque são os clientes que têm mais garantias profissionais.

 

 

Descrição do suporte

Neste suporte observo uma energia que provem do ar em movimento, isto é, a energia eólica. Esta energia é uma força alternativa e renovável, quer dizer, é obtida de fontes naturais apropriadas de se reabilitar e virtualmente infindáveis.

Quanto à frase “Renove o seu investimento, esperamos por si…” se associa à energia renovável, sendo um bom investimento.

Trabalho sobre a Eurodisney

Caso Eurodisney

 

 

  • Introdução

 

A Eurodisney abriu as suas portas em 1987, a reputação na área de marketing e gestão da Disney na gestão de parques temáticos do mesmo género convenceu que os investidores que a implementação de um parque nos mesmos moldes que a Walt Disneyworld em Tóquio e Disneyworld em Orlando e na Florida não poderia falhar.

O caso seguinte realiza uma abordagem às questões Culturais que estiveram adjacentes ao processo de implementação da Disney na Europa.

 

1.                          No seguimento da análise do caso e das pesquisas efectuadas na Internet, chegamos á conclusão que a Disney ignorou a cultura europeia. Implementou o modelo de gestão americano na Europa, baseando-se no sucesso que este modelo apresentou nos casos do parque da Florida e Orlando. O sucesso parecia garantido contudo no final do primeiro ano os resultados estavam aquém das expectativas, estavam previstos 12 milhões de visitantes quando na realidade foi visitado por 11 milhões de turistas estando a Disney a perder um milhão de dólares por dia. Algo corria mal no Reino da Fantasia…

Os visitantes ficavam menos de três dias e gastavam metade do previsto. Os Franceses não ficavam alojados no parque e os visitantes dos países nórdicos ficavam apenas por um dia. O grande hotel do parque tinha uma ocupação de apenas 50% da sua capacidade. Os responsáveis da Disney não se adaptaram ao público europeu porque estudo do mercado foi insuficiente. A disney demonstrou pouca flexibilidade em se adpatar à cultura Europeia como demonstra os seguintes exemplos:

 

Proibição de venda de vinho no recinto;

Proibição de fumar;

Não usar o sistema métrico europeu;

Legislação laboral americana adoptada em detrimento da francesa;

Venda de bilhetes para quatro dias não se adaptando à cultura europeia no que diz respeito a visita de parques…;

 

Estes factores, entre outros, levaram que os funcionários apelidassem o parque de “Mousseschwitz” (Phillips, 1993B: 47) Os franceses encararam estas proibições como

 

A proximidade da Disney de Paris foi encarada como uma ameaça à importância da capital francesa.

Palavras como “Invasão” e “Chernobyl Cultural” fizeram parte das notícias dos jornais franceses e americanos quando se referiam à Eurodisney.

A abordagem de confrontação, a arrogância e patriotismo exacerbado foram mal recebidos pela comunidade francesa e europeia em geral.

 

 

2.                          De forma a ser possível uma adaptação cultural é necessário efectuar um estudo de mercado aprofundado sobre o pais onde o parque irá ser implementado para assim poderem adquirir conhecimento acerca da cultura, hábitos, comportamentos dos consumidores desse país. Neste caso concreto achamos que os preços de entrada, estadia, alimentação deveriam ser reduzidos de forma a adequarem-se aos “bolsos” dos europeus”. Achamos que a implementação da Disney na Europa deveria ser realizada por uma equipa pluricultural onde fossem levadas em atenção as diferenças culturais entre os Estados Unidos e a Europa.

 

 

 

 

 

 


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